Considerações freudianas sobre o trauma sexual

Sabemos que desde a origem da humanidade o homem esteve exposto a situações de trauma psíquico. Esse trauma incide em todos os discursos: na psiquiatria, nas políticas de saúde, nos sujeitos traumatizados em grandes catástrofes e também no campo do direito. Além disso, a palavra traumatismo passa a existir em 1855, um ano antes do nascimento de Freud. Trata-se de um termo ligado ao contexto da guerra industrial, estradas de ferro e dos acidentes de trabalho. Desse modo, o “traumatismo” era um termo cirúrgico que indicava ideias de lesão e ferida. Vale lembrar que Charcot descreve e nomeia a histeria traumática, provocada a partir da autossugestão procedente de um evento traumático, como os acidentes de trem. Portanto, a noção de neurose traumática é, sem duvida, um dos primeiros nomes do traumatismo nessa época.

Chegamos à psicanálise, onde o trauma gradativamente passa a ocupar vários espaços da teoria psicanalítica. Inicialmente, Freud ressalta que o que Charcot chamava de “histeria traumática”, assim como o que Breuer denominava “histeria hipnótica”, ele mesmo chamava de “histeria adquirida”, ou somente “histeria”. Depois de certo tempo, Freud afirmou nunca ter descoberto uma autêntica histeria hipnótica, bem como citou a necessidade de desenvolver o uso da expressão “histeria traumática”, já que toda histeria seria traumática e todo trauma seria um “trauma psíquico”.

Embora “trauma” nunca tenha sido um termo exclusivo do discurso psicanalítico, este parece ter sofrido um destino semelhante ao do vocábulo “complexo”. Observamos que no artigo freudiano de 1914, História do Movimento Psicanalítico, o uso do termo tão frequente e abrangente passou a não significar mais nada. “Ele é traumatizado” ou “assim ele vai ficar traumatizado”, são frases que constatam ao mesmo tempo a entrada do discurso psicanalítico na civilização, sua laicização, se preferirmos, e a perda de significação decorrente do exagero de sentidos que lhe podem ser conferidos (POLLO, 2004).

Voltemos a Freud (1893-1895) em seu primeiro escrito sobre a histeria, assim como em seu Projeto para uma psicologia cientifica (FREUD, 1950[1895]) Neste momento, ele constrói sua primeira teoria da histeria, onde a questão do trauma surge coligada às noções de causa, de defesa e de efeito retroativo. O trauma como causa provoca de imediato a ideia de experiência sexual precoce (à qual retorna em 1915 na série etiológica da neurose, bem como em 1937 na questão da etiologia favorável à análise). Mais ainda, implica a subversão da máxima “interrompida a causa, interrompem os efeitos”, subversão esta que Freud chega a pensar e a nomear primeiramente como uma autêntica inversão. Interrompidos os efeitos, interromperá a causa. A subversão freudiana de noção de causa seria traduzida por Lacan nos termos de que “a gente não se cura porque se lembrou, mas que a gente se lembra porque se curou” (POLLO 2004, p.9).

Então, quanto a isso, diríamos que o trauma sugere uma ideia de defesa ou recalque. Podemos notar que Freud (1926[1925]), somente ao escrever Inibição, sintoma e angústia, ressaltou que durante muito tempo usou como sinônimos os termos recalque e defesa quando, na verdade, o recalque é apenas uma das modalidades de defesa, característica da histeria, como foi dito anteriormente. Recordando os textos inicias da obra freudiana, vale a pena perguntarmos qual seria a função do trauma. Sabemos que o trauma não produz seus efeitos imediatamente, mas pela sua ressignificação posterior, no quadro da fantasia. Lembremos, por exemplo, que a jovem Emma (FREUD, 1893-1895) desenvolve ao mesmo tempo uma fobia e uma obsessão: ela não pode entrar em lojas, porém essa ideia permanece sempre na sua cabeça. Conta que, aos doze anos, saíra correndo de uma loja onde entrara sozinha e se deparara com a fisionomia de riso dos vendedores. Após algum tempo, recorda outra cena em que, aos oitos anos, fora comprar doces em uma confeitaria. O fato foi que um dos vendedores apalpara seus órgãos genitais. Sendo assim, ela se recrimina por ter voltado, apesar disso, mais de uma vez à confeitaria. Para Freud, a cena da loja de roupas metaforiza a da confeitaria, a partir do riso que as condensa. Desse modo, o gozo sexual que se apresenta na cena da confeitaria, recalcado, retorna na cena da loja de roupas, mas sob uma valência invertida: nojo, desprazer e susto, apontando para um efeito traumático que se deu a posteriori.

Verificamos que suas observações clínicas o levaram a desacreditar na sua Neurótica (teoria das neuroses) e abandonar a hipótese de sedução precoce como causa real da neurose, como dissemos anteriormente. O fato foi que, na Carta 69, de 21 de setembro de 1897  (FREUD, 1950[1892-1899]) ele disse haver constatado que o trauma sexual infantil não se estabelecia, num primeiro tempo, como condição de neurose. Que era imprescindível a intervenção de um segundo tempo, no qual o caráter sexual do acontecimento traumático contraia significação na cena atual, constituindo-se, então, o verdadeiro trauma. Mas Freud não permanece aí e propõe uma equação etiológica da neurose. Esta é composta por uma constituição sexual (experiência pré-histórica) mais uma experiência infantil. O efeito traumático se determina como efeito nocivo de experiências que se combinam com um determinado grau de predisposição à neurose na constituição sexual (fixação da libido a determinadas tendências e objetos) (POLLO, 2004).

Com essa equação, ele mantém a hipótese de uma conexão da memória do sujeito com uma memória infantil e com as cenas originárias do gozo traumático que o sujeito já esqueceu (recalque). Além disso, assegura a presença de uma relação complementar entre a intensidade e a importância das experiências infantis e o valor das experiências posteriores. Será que podemos dizer que nesse terceiro elemento, que também é uma condição do trauma, há algo da ordem de uma falta? Do gozo? Ou esse acontecimento que é o gozo não poderia ser traumático?

Na obra de Freud são inúmeros os momentos nos quais encontramos o trauma, mas foi em 1919b em A psicanálise e as neuroses de guerra, a partir da Primeira Guerra Mundial, que ele aprofundou suas elaborações sobre as neuroses traumáticas. Freud fez dessa neurose em sua obra uma discussão da etiologia da histeria, a partir da doutrina de Charcot.

“(…) a ideia de trauma foi transposta do domínio físico e orgânico para o plano psíquico, a fim de se abrir para uma nova concepção da neurose, inicialmente fundamentada na teoria da sedução e, mais tarde na do conflito decisivo”. (ROUDINESCO & PLON, 1998, p.537).

Com a Primeira Guerra Mundial o debate sobre a neurose traumática foi recomeçado, embora historicamente a questão da neurose de guerra seja tão antiga quanto a guerra em si. Em meio a esse panorama, os trabalhos do século XX sobre os traumas estavam ligados à guerra, à prisão ou às situações que confirmam as elaborações freudianas. Nesse texto, Freud esboça que os traumas são específicos de uma dada situação e reveladores da história de cada um. Para tanto, ele identificou as causas sexuais da neurose, abdicando do trauma real, que estava presente no seio de uma sociedade A nova ênfase sobre a neurose traumática levou Freud a várias inovações teóricas, a principal das quais foi a criação de um dualismo pulsional. Embora o dualismo pulsional seja uma passagem importante nos textos de Freud,   não nos aprofundaremos nesse conceito. Continuemos, porque é interessante destacar que Freud foi forçado a aceitar que não há traços de etiologia sexual nas neuroses de guerra, o que, à primeira vista, sugeria refutar um elemento central da teoria psicanalítica. “No trauma sexual, fundamento das neuroses de transferência, as pulsões de vida e morte estão fusionadas na constituição da fantasia fundamental, que embora seja masoquista é também erótica” (CARNEIRO RIBEIRO, 2006b, p.65).

A Guerra Mundial introduz um mandato superegóico que desfusiona as pulsões. A situação de guerra divide o sujeito em um eu-pacífico, que quer salvar a própria vida, e um eu-guerreiro que ameaça a vida do sujeito. Portanto, na neurose traumática, o perigo está no externo. O que está realmente em jogo é também a vida do sujeito. E a memória se detém aí, essa última lembrança antes do impossível de representação. Desse modo, sem libido, não há representação (CARNEIRO RIBEIRO, 2006b). No parecer de Freud, as neuroses de guerra, na medida em que se diferenciam das neuroses comuns por características particulares, deviam ser avaliadas como neuroses traumáticas cuja ocorrência se tornou possível ou foi provocada por um conflito no eu (FREUD, 1919b).

No entanto, isso não impediu Freud de tentar um ajustamento entre essas neuroses e as neuroses de transferência, em que a libido era indiscutível. No texto Neuroses de transferência: uma síntese, Freud (1915c) concebe o psiquismo como patológico em sua origem: uma organização que se desenvolveu para proteger o sujeito contra os ataques externos e internos que punham a vida em perigo. Então, conforme Freud, nas neuroses de guerra o eu se defende do perigo externo. Já nas neuroses pacíficas (termo de Freud) o inimigo é a própria libido, cujas exigências lhe parecem ameaçadoras.

Podemos dizer que as neuroses de guerra somente serão consideradas neuroses traumáticas se houver conflito no eu. Como observamos, o próprio Freud cai na resistência, uma vez que tenta unificar os traumas de guerra com o trauma infantil. Assim, no texto freudiano sobre as neuroses de guerra, lemos que “temos todo o direito de descrever a repressão, que está na base de cada neurose, como uma reação ao trauma – como uma neurose traumática elementar” (FREUD, 1919b, p.226).

Abriremos aqui um parêntese para ressaltar o trabalho de Otto Rank ao final da Primeira Guerra Mundial.

Roudinesco & Plon (1998) nos contam que Rank, um ex-operário, morava no centro de Viena e praticava psicanálise graças ao apoio de Freud. No início do ano de 1924, publicou um livro sobre o trauma do nascimento. Nessa época, começou a se afastar da teoria freudiana defendendo a ideia de que, no nascimento, o sujeito sofre um trauma maior e somente depois procura vencer esse trauma, aspirando inconscientemente a voltar ao útero materno. Nesse contexto, Freud estava totalmente em desacordo com as ideias de Rank sobre o trauma do nascimento.

Freud não cessa de negar ao nascimento o estatuto de trauma original e real, mas reconhece nele a dimensão de protótipo. Ele nos ensina que cada fase da vida tem angústia e que, no transtorno fisiológico do nascimento, não se trata da perda da mãe. No entanto, o que traumatiza? O que faz efeito de trauma? A esse respeito indagamos: será que, para a psicanálise, todo sujeito não é um traumatizado original? De fato, Freud jamais abandonou a causalidade traumática, mas sofisticou a teoria e introduziu a fantasia, ou seja, a fantasia corresponde a uma das consequências da incidência do trauma sobre o sujeito. Assim, o sexual se estabelecerá como traumático, porque implica o que a linguagem não pode recobrir. Por essa razão a psicanálise virá mostrar que é tributária da histeria e histórica, pois ela nos entrega o funcionamento do inconsciente, a origem sexual dos sintomas e o corpo como uma cena de gozo (QUINET, 2003).

Na sequência, especificamente em Inibição, sintoma e angústia, Freud (1926[1925]) coloca a ênfase sobre o trauma no encontro com a castração, porém na proporção em que a angústia dita “automática” seja o verdadeiro motor do recalque. Com efeito, compreendemos que a angústia não é outra senão a de castração, lugar em que se aloja o gozo repetitivo e a perda. Angústia é, ao mesmo tempo, uma expectativa do trauma e uma repetição enfraquecida do mesmo. Em outras palavras, a neurose de angústia se manifesta a cada vez que o mecanismo do recalque se enfraquece (POLLO, 2004).

A angústia neurótica decorre do desenvolvimento do sinal de angústia no quadro da fantasia, o que é diferente da angústia desencadeada por um perigo real. Observamos, nesse sentido, que Freud enfrentou problemas para delimitar o que seria esta angústia real, decorrente de um perigo realístico. Todavia, o que queremos ressaltar é que ele opõe neurose e realidade como fontes e destinos distintos para a angústia (DUNKER, 2006). Então, completamos, mais uma vez, que o trauma pode ser avaliado como um evento muito intenso, que excede a capacidade representacional e que contamina o sujeito antes que este possa tramitá-lo psiquicamente.

Sabemos que ao publicar Moisés e o Monoteísmo: três ensaios, um texto que nos é de grande interesse em função de sua data tardia, Freud (1939[1934-1938]) revela sua última mensagem sobre a neurose e nela verificamos, sem ambiguidade, sua origem traumática. A ênfase dada à causalidade traumática da neurose nos interessa porque faz do sintoma uma consequência de um acidente da história, uma contingência da vida na qual o sujeito é basicamente vítima (SOLER, 2004b). Cabe aqui mencionar que não iremos entrar em toda a minúcia desse texto, apenas extrairemos alguns pontos que consideramos importantes.

“Denominamos traumas aquelas impressões, cedo experimentadas e mais tarde esquecidas, a que concedemos tão grande importância na etiologia das neuroses. Podemos deixar de lado a questão de saber se a etiologia das neuroses em geral pode ser encarada como traumática. (…) dois pontos devem ser enfatizados. Em primeiro lugar, a gênese de uma neurose invariavelmente remonta a impressões muito primitivas da infância. Em segundo, é verdade que existem casos que distinguem como “traumáticos” porque seus efeitos remontam inequivocamente a uma ou mais impressões poderosas nessas épocas primitivas – impressões que escaparam de ser lidadas normalmente, de maneira que se fica inclinado a julgar que, se não tivessem ocorrido, tampouco a neurose teria surgido”. (FREUD, 1939[1934-1938], p.87).

Percebemos que, nesse momento, Freud (1939[1934-1938]) buscava não só a definição de “traumático”, mas procurava também a distinção entre etiologias traumáticas e não traumáticas. A partir desse ponto era fundamental descobrir as características comuns dessas experiências e as dos sintomas neuróticos. Três pontos foram ressaltados: primeiramente, todos esses traumas ocorrem na primeira infância. Em seguida, as experiências são, via de regra, completamente esquecidas, não são acessíveis à memória e ocorrem dentro do período de amnésia infantil, comumente interrompida por alguns resíduos mnêmicos isolados, conhecidos como recordações encobridoras. Por último, elas se relacionam com impressões de natureza sexual e agressiva e, indubitavelmente, também a danos precoces ao eu. Segundo a análise de Freud, o predomínio do fator sexual é mais marcante e exige consideração teórica. Então, esses três pontos, ou seja, o aparecimento precoce dessas experiências, o fato de serem esquecidas e seu conteúdo sexual agressivo, estão totalmente intervinculados.

“Os traumas são ou experiências sobre o próprio corpo do indivíduo ou percepções sensórias, principalmente de algo visto e ouvido, isto é, experiências ou impressões. A intervinculacão desses três pontos é estabelecida por uma teoria, um produto do trabalho de análise que, apenas ele, pode provocar um conhecimento das experiências esquecidas, ou, para expressá-lo do modo mais vivo, embora também mais incorretamente, trazê-las de volta à memória”. (idem, ibidem, p.89)

A fantasia, ao contrário do trauma, surge como o espectro encobridor, distorsivo e refratário que ao mesmo tempo supõe e presume este referente. Dentro desse contexto, Freud (ibidem) não hesita  em acentuar quanto às características comuns dos fenômenos neuróticos: os efeitos dos traumas são positivos e negativos. Os positivos são considerados quando o trauma está em funcionamento mais uma vez. Dito de outro modo, é recordar a experiência esquecida, repetição dela de novo. Como mencionamos anteriormente, esses esforços são definidos com o nome de fixação no trauma e como uma compulsão a repetir. Já as reações negativas percorrem um caminho oposto: que nada dos traumas esquecidos seja recordado e repetido. Para Freud, são reações defensivas. Assim, sua expressão mais importante constitui aquilo que é chamado de evitações, que podem ativar em inibições e fobias. A neurose propriamente dita é uma formação de compromisso para a qual contribuem tanto a intenção a relembrar quanto a tendência a esquecer. E todos esses fenômenos, até mesmo os sintomas quanto às restrições ao eu e as modificações estáveis de caráter, possuem uma qualidade compulsiva. Mas o que Freud quer nos dizer?

“Isso equivale a dizer que têm uma grande intensidade psíquica e, ao mesmo tempo, apresentam uma independência de grandes consequências quanto à organização dos outros processos mentais, que se ajustam à exigências do mundo externo real e obedecem às leis do pensamento lógico”. (FREUD, 1939[1934-1938], p.91).

Podemos elencar aqui que, para Freud (ibidem), o trauma na infância pode ser prontamente seguido por um desencadeamento neurótico, uma neurose infantil, com uma abundância de esforços de defesa, e seguida pela formação de sintomas. Esta neurose pode durar um tempo importante e gerar perturbações marcantes, mas também pode seguir um curso latente e não ser notada. Só raramente uma neurose infantil persiste, sem interrupção, numa neurose adulta. Repetidamente ela é sucedida por um período de desenvolvimento não perturbado ou tornado possível pela intervenção do período fisiológico da latência. Apenas posteriormente realiza-se a mudança com que a neurose definitiva se torne manifesta, como um efeito retardo do trauma.

Portanto, no que diz respeito ao trauma, vimos que esse, desde os primórdios da teoria psicanalítica, sofreu deslocamentos. Isso nos levou a compreender que para o trauma não há significante, mas há uma direção, ou seja, há repetição, que insiste em retornar. Nesse contexto, podemos dizer que  o trauma é inassimilável pelo sujeito e, por isso mesmo, não pode ser recordado.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CARNEIRO RIBEIRO, M. A. A neurose obsessiva. Coleção Passo a Passo, n. 23. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006a.

______. Sobre o pensamento. In: RUDGE, Ana Maria (Org.). Traumas. São Paulo: Editora Escuta, 2006b.

CHARCOT, J. M. Grande histeria. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2003.

DUNKER, C. I. L. A funcão terapêutica do real: entre trauma e fantasia. In: RUDGE, Ana Maria (Org.). Traumas. São Paulo: Editora Escuta, 2006.

FREUD, Sigmund. (1886a). Rascunho B: a etiologia das neuroses. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud (ESB). Rio de Janeiro: Editora Imago, 1996, vol.1.

._____. (1893-1895). Estudos sobre a histeria. In: ESB, op. cit. v.2.

______. (1908). Fantasias histéricas e sua relação com a bissexualidade. In: ESB, op. cit. v.9.

______. (1915c). Neurose de transferência: uma síntese. (manuscrito recém-descoberto) / Sigmund Freud; organização, notas e ensaio complementar Ilse Grubrich- Simitis; posfácio à edição brasileira e tradução do alemão Abram Eksterman.  Rio de Janeiro: Imago, 1987.

______. (1919b). A psicanálise e as neuroses de guerra. In: ESB, op. cit. v.17.

______. (1926[1925]). Inibições, sintomas e angústia. In: ESB, op. cit. v.20.

______. (1939[1934-1938]). Moisés e o monoteísmo: três ensaios. In: ESB, op. cit. v.23

______. (1950[1895]). Projeto para uma psicologia cientifica. In: ESB, op. cit. v.1.

POLLO, V.  O Trauma e a Psicanálise. In: Folhetim, n. 3. Boletim da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano. Rio de Janeiro, novembro de 2004.

QUINET, A. Histerias. In: Revista Stylus, n° 7. Rio de Janeiro: Editora Contra Capa, 2003.

______. A lição de Charcot. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.

______. Grande histeria. ______. (Org.). Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2003.

ROUDINESCO, E. & PLON, M. Dicionário de psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.

SOLER, C. Trauma e fantasia. In: Revista Stylus. n° 9. Rio de Janeiro: Editora Contra Capa , 2004b.

______. O “corpo falante”. In: Caderno de Stylus. n° 1. Internacional dos Fóruns do Campo lacaniano / Escola de Psicanalise dos Fóruns do Campo lacaniano. Rio de Janeiro, 2008-2010.

Sandra Chiabi

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

dezenove − 3 =